Buquês de Flores e Relacionamentos – Tradição
31 de março de 2009
Nada é mais difícil do que agradar presenteando alguém que pouco conhecemos. Mesmo a quem conhecemos um pouco, dependendo da ocasião, dar um presente que agrade e que torne nossa presença algo positivo e lembrado pode ser um desafio e tanto. Mas há um elemento que pode ser usado em qualquer ocasião (das mais festivas as mais fúnebres) e que sempre causará uma boa impressão e será bem recebido até por pessoas que jamais mantiveram algum contato com você: Um buquê de flores.
O relacionamento entre seres humanos fora do grupo familiar sempre foi algo difícil de ser começado. Desde os primórdios da humanidade, essas interações representavam o Constante risco de guerras, lutas tribais e batalhas sangrentas. As disputas por áreas de caça e por fontes de água e alimento eram travadas constantemente entre as primeiras tribos humanas nômades.
Por essas e outras razões tão antigas quanto nós mesmos, os relacionamentos humanos sempre foram envoltos numa aura “mística” e eram considerados algo reservado apenas para os mais sábios e dotados. Cometer erros que perturbassem o delicado equilíbrio entre esses grupos era arriscar-se a um tormento.
Você pode pensar que isso é coisa ultrapassada e que já não pode acontecer nos dias de hoje com a Internet e todos os meios de interação que existem. Mas não é verdade. Por mais difícil que possa ser acreditar nisso, a vida moderna provocou uma inversão de valores tão grande e uma constante luta pelo “poder” entre os seres humanos que praticamente retroagimos a barbárie em matéria de relacionamentos humanos.
Duvida? Você seria capaz de cumprimentar um estranho nas ruas? Você tem o costume de dar “bom dia” ou dizer “obrigado”? Você cumprimenta as pessoas que entram no elevador? Você consegue encontrar um estranho no ônibus e travar uma animada conversa sem reservas? Se você mora numa grande cidade, provavelmente respondeu “não” a todas essas perguntas. As dificuldades de relacionamento vão muito além do simples dia a dia. Cada vez mais aparecerem agências de encontros ou clubes onde pessoas vão para conversar ou encontrar alguém por quem se apaixonar.
Por que isso? Porque mesmo estando imersas em cidades com milhões de habitantes elas têm uma dificuldade muito grande em se relacionar. O medo da rejeição e o “perigo” social que isso pode representar; faz com que as pessoas se mantenham afastadas umas das outras. Então, nada mais importante para se iniciar um relacionamento do que “quebrar” essa barreira inicial e permitir que o primeiro contato seja prazeroso e capaz de permitir uma aproximação bem sucedida.
E, nesse quesito, nada que você possa fazer será mais vitorioso e bem recebido do que presentear a pessoa com quem deseja se relacionar com um lindo e majestoso buquê de flores. Como representação máxima do apreço e dos bons sentimentos em quase todas as culturas humanas; um buquê de flores será capaz e introduzir a sua imagem em qualquer grupo social; do mais sofisticado ao mais simples.
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Buquês de Flores e Relacionamentos – Tradição…
Há séculos que as flores têm um significado especial na vida das pessoas, e não é por acaso que buquês de flores são tão utilizados nos relacionamentos. Desde o momenhto da conquista, até em datas especiais como aniversário de namoro, casame…
Trackback por Anônimo — 31 de março de 2009 @ 13:17
Buquês de Flores e Relacionamentos – Tradição | Flores Online…
Há séculos que as flores têm um significado especial na vida das pessoas, e não é por acaso que buquês de flores são tão utilizados nos relacionamentos. Desde o momento da conquista até em datas especiais como forma de presente. …
Trackback por Beatriz via Rec6 — 31 de março de 2009 @ 13:23
Bia (permite-me chamá-la assim?),
Seu post é bastante oportuno e amei lê-lo. Não me considero excessão, pois aqui no Rio, ainda que não sejamos correspondidos, várias pessoas cumprimentam umas as outras, mesmo sendo estranhos. Nos lugares que mencionou (elevador, condução, numa parada mais demorada no sinal e até na travessia de uma rua, quando acabamos dando um “encontrão”). É fato que algumas resistem e não correspondem a um cumprimento ou saudação, vindo de alguém polido e meigo e até mesmo de uma criança.
Compartilharei brevemente algo que me aconteceu há alguns atrás, o que me fez ter mais atenção ainda quando passo por alguém. Pastoreava eu uma congregação na favela e fazia um percurso de meia hora de caminhada. Dava bom dia ou um “olá” a todos que encontrava e sempre sorria para as pessoas. Anos mais tarde estava eu na igreja quando uma senhora deu um testemunho. Disse que uma das coisas que a motivou procurar a igreja fora um pastor que passava por ela todos os domingos e sempre com um sorriso no rosto lhe dava um bom dia. Disse que aquele bom dia era tão diferente, tão alegre, que fê-la mudar o pensamento em relação à igreja. Para minha surpresa, ela apontou na minha direção dizendo que aquele pastor era eu.
Motivado pelo seu post, o dia que me sentir inspirado para fazê-lo, pretendo comprar algumas dúzias, parar em meio à multidão e oferecer a cada um que passa uma rosa.
Este seu post tem falado e falará ainda a muitos corações, cujas vidas não serão mais a mesma.
Parabéns!
Abraço,
Regly
Comentário por Antonio Regly — 31 de março de 2009 @ 21:39